Skip to main content

A Câmara Municipal de Ovar continua a sua aposta na recolha de resíduos urbanos com soluções de contentores enterrados Lasso. Nos últimos dois anos, foram instalados em Ovar 61 contentores enterrados Green Bee para a recolha seletiva e indiferenciada de resíduos e, em 2022, está prevista a instalação de mais 16 contentores.

No seguimento desta mudança para as soluções de contentorização enterrada, e no âmbito de uma candidatura ao POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, a Câmara Municipal de Ovar vai ainda instalar na cidade mais 30 contentores enterrados Green Bee, desta vez para recolha de biorresíduos, totalizando espaço de armazenamento de mais de 90.000 litros, traduzindo a opção estratégica pela valorização destes resíduos. Os novos contentores enterrados Green Bee para biorresíduos em Ovar serão instalados com um sistema inteligente de controlo de acesso – o sistema Redin -, que permite à autarquia ter dados sobre a utilização do contentor e adotar novos sistemas de tarifação ou implementar sistemas de incentivo à separação dos resíduos por parte dos munícipes. O objetivo é aumentar a taxa de separação dos resíduos para reciclagem na origem, atingindo metas que conduzem a um incremento da valorização dos resíduos, rumo a uma economia circular.

O Regime Geral de Gestão de Resíduos define a separação na origem de biorresíduos provenientes de atividades da restauração e industrial, até 31 de dezembro de 2022, no caso de entidades que produzam mais de 25 t/ano de biorresíduos, e até 31 de dezembro de 2023, nos restantes casos. No caso das entidades responsáveis pelos sistemas municipais de gestão de resíduos urbanos, o RGGR determina que a operacionalização da recolha seletiva dos biorresíduos seja concretizada até 31 de dezembro de 2023.

Para responder a este imperativo, vários municípios portugueses já implementaram as novas soluções da Lasso para deposição de biorresíduos, preparando o caminho para a uma recolha seletiva e eficiente deste tipo de resíduos domésticos a partir de 2024. Porto, Oeiras e Ovar são os municípios que já instalaram contentores Lasso para recolha de biorresíduos, privilegiando as suas vantagens:

» estão disponíveis em várias capacidades, de 800 litros até 3.000 litros; 

» reduzido impacto visual e espaço ocupado à superfície;

» menos odores e menos proliferação de bactérias, dadas as baixas temperaturas no subsolo;

» investimento e custo operacional mais reduzido, devido à rapidez na operação de recolha neste tipo de sistemas.

A versatilidade e variedade das soluções Lasso para biorresíduos, permitem selecionar a que melhor se adequa às necessidades de cada autarquia ou de cada comunidade. Podem, ainda, ser equipados com sistemas inteligentes de controlo de acesso e de monitorização de níveis de enchimento que, para além de otimizar a operação e diminuir custos, também ajudam os municípios a implementar políticas de incentivo à reciclagem e separação de resíduos na origem.

A Lasso Eco Innovation é uma marca com um compromisso para com o meio ambiente. E a sua missão não se esgota no fato de fabricar e comercializar produtos que contribuem para a diminuição da poluição ambiental e para a consolidação da política de sustentabilidade dos municípios.

Com efeito, desde o início da sua atividade, em 1992, tem sido preocupação fundamental da Lasso minimizar o impacto da sua atividade no ambiente, o que levou a empresa a adotar práticas que visam otimizar o consumo dos recursos naturais e prevenir a poluição ambiental. Por essa razão a empresa persegue uma estratégia com base em princípios de qualidade e de preservação do ambiente, adotando uma cultura de empresa que é vivenciada diariamente por todos os seus colaboradores.

A política ambiental implementada pela Lasso Eco Innovation assenta num conjunto de princípios fundamentais, entre os quais se destaca a certificação do seu Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente segundo os referenciais normativos ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015, sujeito a uma revisão permanente da sua eficiência e eficácia, assim como o cumprimento dos requisitos estatutários da legislação ambiental, legislação geral aplicável e boas práticas de negócio relevantes para a atividade da empresa. Também a sensibilização dos colaboradores, clientes, fornecedores e restantes parceiros de negócio para a importância da preservação do ambiente integra esses princípios, assim como toda a reorganização dos processos com vista à utilização racional de matérias-primas e recursos naturais, e à reutilização e reciclagem de resíduos decorrentes da atividade.

Neste último ponto, importa salientar que, ao nível do consumo energético, a Lasso registou no último ano uma redução de 8% do consumo de energia da rede em função da atividade. Esta redução foi possível dado o aumento de utilização de energias renováveis por parte da empresa, designadamente de energia fotovoltaica, que confere à empresa uma taxa de autonomia energética de cerca de 32% (através dos painéis fotovoltaicos instalados pela empresa em 2017).

Este ano a Lasso reforçará ainda mais a utilização de energias renováveis, através de um investimento adicional com o intuito de duplicar a capacidade de produção fotovoltaica.

Acresce ainda o fato de a empresa ter aumentado a sua frota de veículos elétricos, o que também vem contribuir para a redução de consumo de combustíveis fósseis e, consequentemente, para minimizar a pegada ecológica da Lasso e dos seus produtos. Atualmente, pode afirmar-se que mais de 70% de energia consumida pela sua atividade provém de energias renováveis. Relativamente ao consumo dos recursos naturais e à utilização de plástico, a Lasso tem dedicado parte do seu investimento em I&D ao desenvolvimento de produtos que contemplam a utilização de materiais reciclados e recicláveis na sua produção. É o caso dos contentores revestidos por “Imitação Madeira”, um revestimento produzido a partir de material plástico 100% reciclado, ou das novas tampas e tapetas, produzidos com plástico reciclável.“Assumimos desde sempre um compromisso com a preservação dos recursos naturais e com a sustentabilidade e, com a nossa política ambiental e o desenvolvimento de produtos que respeitam o meio ambiente, caminhamos rumo ao nosso objetivo “carbono zero” e contribuímos para o desenvolvimento de uma economia circular e sustentável”, afirma Pedro Martins da Costa, CEO da Lasso Eco Innovation.

Vários municípios portugueses já implementaram as novas soluções da Lasso para deposição de biorresíduos, preparando o caminho para a obrigatoriedade da recolha seletiva deste tipo de resíduos domésticos a partir de 2024. Porto, Oeiras e Ovar são os municípios que já instalaram contentores Lasso para recolha de biorresíduos, privilegiando as vantagens apresentadas pelos contentores enterrados e semienterrados.

Relembre-se que o Regime Geral de Gestão de Resíduos (RGGR) define a separação na origem de biorresíduos provenientes de atividades da restauração e industrial, até 31 de dezembro de 2022, no caso de entidades que produzam mais de 25 t/ano de biorresíduos, e até 31 de dezembro de 2023, nos restantes casos. No caso das entidades responsáveis pelos sistemas municipais de gestão de resíduos urbanos, o RGGR determina que a operacionalização da recolha seletiva dos biorresíduos seja concretizada até 31 de dezembro de 2023.

A fim de responder a estas diretivas, as entidades devem garantir a recolha seletiva destes resíduos, assegurando a existência de pontos de recolha de fácil acesso na comunidade. No sentido de apoiar as autarquias e as empresas de gestão de resíduos a cumprir estes objetivos, a Lasso Eco Innovation desenvolveu soluções específicas para a recolha de biorresíduos, que apresentam vantagens relativamente ao sistema de recolha porta-a-porta.

Através de contentores enterrados e semienterrados adaptados a este tipo de resíduos, a Lasso contribui para incentivar os munícipes para a recolha seletiva de biorresíduos, garantir a higienização e sanidade do espaço público, diminuir a deposição em aterro sanitário e incrementar a valorização dos recursos, promovendo os princípios da economia circular, para um futuro mais sustentável.

Os contentores enterrados Lasso para biorresíduos são apresentados com três soluções de marco – o Blue Bee, o Green Bee e o Red Bee. Todos são caracterizados pelo seu design e estética modernos e perfeita integração com o meio ambiente, robustez, durabilidade e baixa manutenção. Os contentores enterrados Lasso são concebidos para utilização intensiva, mesmo em ambientes extremos, e de forma a garantir um longo período de vida útil. Nos semienterrados, a ocupação do espaço à superfície e o impacto visual também são reduzidos, uma vez que apenas 1/3 do contentor fica acima do solo.

Em ambos os casos, os biorresíduos são armazenados abaixo do solo em cuba dedicada, com a vantagem de as temperaturas mais baixas do subsolo contribuírem para retardar o crescimento de bactérias, eliminando os maus odores. Os biorresíduos são recolhidos no subsolo, com três soluções possíveis: em contentor estanque de volteio, com capacidade até 1100 litros e plataforma elevatória com dois cilindros hidráulicos; em saco estanque MasterbagTM; ou em cuba rígida com descarga pelo fundo. De salientar, ainda, que todos os marcos disponíveis são compatíveis com sistema de controlo de acesso e sonda de monitorização de enchimento, os sistemas inteligentes para gestão de RU que permitem a implementação de sistemas de tarifação PAYT e a otimização do processo de recolha.

Entre 10 e 11 de novembro, a Lasso Eco Innovation participa no 15.º Fórum de Resíduos, que se realiza no Sana Malhoa Hotel, em Lisboa. Neste evento de referência do setor em Portugal, a Lasso apresenta a sua gama de contentores enterrados e semienterrados de alta capacidade, concebidos para maior  funcionalidade, manutenção reduzida e otimização da recolha de resíduos, de forma a responder às novas exigências de cidades inteligentes e da preservação do meio ambiente.

Em exposição no Stand 6 vai ser possível conhecer as novas tampas modulares, as novas soluções para biorresíduos e os sistemas inteligentes para controlo de acesso e monitorização de níveis de enchimento. Faça a sua inscrição no evento aqui: http://www.ambienteonline.pt/15-forum-residuos/inscricoes

Alpes D’Azur, uma região francesa que apresenta um ambiente único, preservado entre o mar e as montanhas, representa hoje (quase) um caso de estudo para a Sopsa – aí foi instalado o maior número de contentores no mais curto espaço de tempo. Com efeito, no final de 2019 foram instalados 300 contentores semienterrados Lasso em cerca de três meses, em 27 das 34 comunidades da Associação de Municípios de Alpes d’Azur.

“Trata-se de um caso que para nós é especial, não apenas pelo curto espaço de tempo de produção e entrega dos produtos num cliente internacional, mas também por toda a logística que envolveu a instalação dos próprios equipamentos, em localidades que em muitos casos eram de muito difícil acesso e que apresentaram um desafio acrescido”, refere Pedro Martins da Costa, CEO da Sopsa.

Através da Contenur, o seu distribuidor exclusivo da Lasso em França, e do seu parceiro na área da logística Alpes Azur Levage, empresa especializada em transporte e instalação de equipamentos com grua, foi possível levar os contentores semienterrados Lasso a zonas montanhosas remotas, onde a instalação obrigava a requisitos especiais. Foram assim, instalados mais de 300 contentores Semi BT Lasso, de 4m³ e 5m³, com revestimento Madeira Autoclave, respondendo às necessidades daquela região francesa que tem como objetivo aumentar a separação do lixo para reciclagem, cumprindo as metas europeias e contribuindo para a sustentabilidade ambiental.

“Apoiamo-nos nos parceiros certos para, em qualquer lugar do mundo, comercializar e instalar os nossos produtos de forma rápida e eficiente, com o menor custo possível”, acrescenta Pedro Martins da Costa.

Estão abertas as candidaturas aos fundos europeus para apoio a investimentos em soluções para recolha seletiva e valorização de biorresíduos em Portugal Continental.
O Aviso – Concurso para apresentação das candidaturas ao Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR), enquadrados no Eixo Prioritário 3 – Proteger o Ambiente e Promover a Eficiência dos Recursos, já foi publicado e as candidaturas para a segunda fase devem ser entregues até 29 de janeiro de 2021. Este programa pretende promover o investimento no setor dos resíduos, de forma a satisfazer os requisitos da União Europeia em matéria de ambiente e para satisfazer as necessidades de investimento que excedam esses requisitos identificadas pelos Estados-Membros. O seu objetivo específico é a valorização dos resíduos reduzindo a produção e a deposição em aterros, aumentando a recolha seletiva e a reciclagem. Portugal necessita melhorar os níveis de reciclagem e de outras formas de valorização de resíduos urbanos, no sentido de garantir o cumprimento das metas estabelecidas na Diretiva Quadro dos Resíduos (DQR) e no Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2020). A obrigação da recolha seletiva de biorresíduos a partir de 2024 implica a necessidade de transição do atual modelo baseado no tratamento de resíduos orgânicos recolhidos indiferenciadamente, para um modelo assente na recolha seletiva. Consciente da importância que esta medida tem na política de sustentabilidade dos municípios, para a valorização dos seus resíduos e para a consequente qualidade de vida dos seus munícipes, a Sopsa propõe-se apoiar as autarquias na preparação dos seus projetos, designadamente com uma equipa especializada que pode aconselhar sobre os equipamentos e sistemas LASSO para recolha de biorresíduos que melhor se enquadram para cada caso. Quer se trate de uma comunidade urbana quer seja rural, uma região com maior ou menor densidade populacional, quer se trate de uma zona residencial ou de uma zona de serviços, a Sopsa pode aconselhar cada autarquia sobre a tipologia de contentores a utilizar. A Sopsa pode ainda aconselhar sobre a forma de implementação de um inovador sistema PAYT (Pay-As-You-Throw), que incentive a recolha seletiva dos resíduos valorizáveis, ao mesmo tempo que diminui a sua deposição em aterro. “Na sequência da adaptação dos municípios aos novos sistemas de recolha seletiva de RSU e aos modelos PAYT para incentivo à deposição seletiva e reciclagem, estamos também disponíveis para aconselhar as autarquias e entidades de gestão de resíduos sobre as melhores soluções para a valorização dos biorresíduos. O objetivo é criar mais-valias nos seus projetos, de forma a que se possam distinguir e, desta forma, garantir o acesso aos fundos comunitários de apoio”, sublinha Maria João Ferreira, diretora comercial da Sopsa para o mercado nacional. A aposta futura no aumento das recolhas seletivas e na reciclagem de qualidade, incluindo a recolha seletiva e valorização de biorresíduos, é essencial para uma política de sustentabilidade dos municípios e para o cumprimento das metas da União Europeia.

Saiba como valorizar o seu projeto – consulte-nos agora  através do telefone 252 024 000 ou do email comercial@sopsa.pt  

O município de Sabrosa, no distrito de Vila Real, acaba de instalar um ecoponto com contentores enterrados Green Bee, da Lasso, designadamente em São Martinho de Anta, uma pequena vila que é a terra natal do grande escritor português Miguel Torga. O ecoponto, que já se encontra em funcionamento, inclui um conjunto de quatro contentores enterrados: um contentor para resíduos indiferenciados (5m³), um para plástico e embalagens (3m³), um para cartão e papel (3m³) e um para vidro (3m³).

Os contentores Green Bee pertencem à última geração de contentores enterrados Lasso, desenhados para gerar o menor impacto urbano possível, com o máximo respeito pelo ambiente e pelos utilizadores. É um contentor eco-friendly, com destaque para a sua grande capacidade, robustez e resistência, bem como necessidades mínimas de manutenção. A compressão dos resíduos pelo seu próprio peso permite uma densidade superior relativamente aos contentores de superfície, o que aumenta a capacidade de armazenamento e diminui as viagens de recolha.

“O nosso objetivo com a instalação deste equipamento foi o de melhorar a sustentabilidade ambiental através da possibilidade de separação de resíduos por parte da comunidade em geral, tendo em vista o seu reencaminhamento para a reciclagem. Este tipo de ecopontos enterrados promove um enquadramento paisagístico mais adequado dentro do aglomerado urbano tanto a nível visual como de higiene do espaço onde se insere e, para além disso, apresenta vantagens no design bem como na operacionalidade da recolha dos resíduos”, refere, a propósito, António Matos, Técnico Superior de Ambiente, Gestão Humana e Salubridade da Câmara Municipal de Sabrosa.

Maria João Ferreira, diretora comercial da Sopsa para o mercado nacional, acrescenta ainda que “os contentores Green Bee, por terem tampa de solo de formato circular (e não quadrada ou retangular, como é o caso de outros equipamentos similares), apresentam uma enorme vantagem na gestão do espaço. Apenas a tampa de solo circular tem a versatilidade necessária para instalação em espaços pequenos, como era o caso aqui”.

Em 2016 o município de Guimarães, através da Vitrus, a empresa municipal responsável pelos serviços ambientais, lançou um projeto piloto com sistema PAYT (Pay-As-You- Throw) no centro histórico da cidade. Com o sucesso da primeira fase, o município expande agora esse sistema para o centro da cidade, contando para isso com os contentores enterrados Blue Bee, da Lasso, equipados com sistema de controlo de acesso.

Os objetivos do projeto são iniciar a transição para um sistema de tarifação mais justo e incentivar hábitos sustentáveis nos cidadãos, de forma a mitigar a produção de resíduos urbanos através da diminuição da produção de resíduos e do aumento da recolha seletiva de materiais para reciclagem.

O projeto PAYT no centro da cidade deverá arrancar no decurso deste ano. Até ao momento já foram instalados 10 ecopontos Blue Bee e 10 ecopontos Green Bee cada um contando com quatro contentores enterrados Blue Bee de grande capacidade (um para lixo indiferenciado, um para embalagens de plástico e metal, um para papel e cartão, com 5m³, e um para vidro, com 3m³). Em cada um destes ecopontos, o contentor de resíduos indiferenciados está equipado com uma unidade volumétrica com sistema de controlo de acesso, que permite que a tarifação seja feita de acordo com a quantidade de resíduos depositada.

Um dos principais objetivos do município é alcançar as metas para a reciclagem de resíduos urbanos. Segundo Dalila Sepúlveda, mentora do projeto PAYT, Prevê-se um aumento de cerca de 30% na quantidade de resíduos recolhidos seletivamente, na área de alargamento PAYT. Este alargamento inclui a colocação de equipamentos semienterrados nas zonas de maior densidade populacional, considerando a sua maior capacidade e o seu design integrado na malha urbana. Estes contentores são um apoio ao sistema de recolha seletiva porta-a-porta, considerando que a tarifa se mantém associada ao saco pré-comprado na Vitrus Ambiente”.

O projeto prevê ainda a instalação de unidades volumétricas com sistemas de controlo de acesso em quatro contentores Blue Bee para resíduos indiferenciados já existentes na área a abranger pelo projeto, totalizando assim 14 ecopontos para deposição seletiva de resíduos urbanos com sistema PAYT, em Guimarães.

As zonas abrangidas pelo projeto com os ecopontos Blue Bee incluem ruas como o Largo do Toural, Alameda de São Dâmaso, Rua de Sto. António, Rua de Gil Vicente, Largo República do Brasil, entre muitas outras. A Vitrus é a empresa responsável pela recolha de resíduos nesta área que passa a ser considerada zona PAYT.

“É um orgulho para a Sopsa estar envolvida neste projeto pioneiro, que é já considerado um exemplo de sucesso a nível nacional. Os contentores enterrados Lasso apresentam um conjunto de vantagens, relacionadas com a sua grande capacidade e facilidade de operação e de manutenção. Também o fato de estarem preparados para funcionar com o sistema PAYT, através das soluções fornecidas pela Sopsa, é um fator diferenciador e competitivo”, salienta Maria João Ferreira, diretora comercial da Sopsa para o mercado nacional.

A Sopsa acaba de receber a distinção de PME Excelência 2020, um estatuto atribuído pelo IAPMEI em parceria com um conjunto de bancos e as Sociedades de Garantia Mútua, que representa o reconhecimento do seu mérito e do seu contributo para os resultados da economia portuguesa, mesmo numa situação tão adversa como a que se viveu no último ano. Para a Sopsa, uma empresa com uma forte atividade no mercado internacional, este selo de reputação é particularmente relevante, constituindo um fator de diferenciação e uma garantia da nossa solidez e idoneidade.

Obrigada aos nossos clientes e fornecedores e parabéns a toda a equipa!